AMESC reforça importância da federalização da SC 285

Uma comitiva da AMESC (Associação dos Municípios do Extremo Sul Catarinense), liderada pelo presidente, prefeito de São João do Sul Moacir Francisco Teixeira, esteve na sede do DNIT  (Departamento Nacional de Infraestrutura), em Florianópolis, para tratar da federalização da SC 285, entre Araranguá (BR 101) a Timbé do Sul. O objetivo é ressaltar a necessidade de federalização, ou seja, que este trecho que é de domínio do estado (SC) passe para competência do governo federal (BR).

A comitiva explicou que dos 744,3 quilômetros da BR 285, entre Araranguá (BR 101/ Sanga da Toca – SC) até São Borja (RS), na fronteira com a Argentina, falta apenas estes 33,3  quilômetros a serem federalizados. Assim, o DNIT poderá fazer melhorias, como reparo na pista e sinalização, para dar mais segurança de trafegabilidade para veículos e pedestres. Com a conclusão do asfalto na Serra da Rocinha, ampliará ainda o tráfego de caminhões pesados, o que acarretará grandes transtornos, porque aumentará consideravelmente o fluxo.

Esteve em Florianópolis em audiência com o superintendente Regional do DNIT no estado de Santa Catarina, Ronaldo Carioni Barbosa, o representante do prefeito de Araranguá Cesar Césa, secretário de Administração e Finanças Rony da Silva; prefeito de Ermo Paulo Della Vecchia; presidente da Câmara de Vereadores Claudionor de Souza; chefe de gabinete de Ermo Daniel Borges;  prefeito de Turvo Sandro Cirimbelli; vice-prefeito de Turvo Osvaldo Fávaro; presidente da Câmara de Vereadores de Turvo Samuel Neotti; presidente da Comissão Parlamentar Mista SC/BR 285, vereador de Turvo Luiz Lucinei Vitto,  prefeito de Timbé do Sul Roberto Biava; o vice-prefeito Acelio Baesso; presidente da Câmara de Vereadores de Timbé do Sul Elias Makar, o secretário executivo da AMESC Heriberto Afonso Schmidt e o presidente da AMESC Moacir Teixeira.

O presidente da AMESC, Moacir Teixeira, enfatiza que foi pedido urgência para que haja a federalização do trecho entre Timbé do Sul na Serra da Rocinha e a BR 101 em Araranguá. “Temos uma preocupação muito grande tanto com o tráfego na área urbana quanto na rural. Temos neste perímetro situações como escolas e postos de saúde, bem como passagem de máquinas agrícolas, além das residências. É uma questão de segurança, além das condições da pista para toda esta passagem”.

A comitiva decidiu que agendará também uma reunião em Brasília, no Ministério dos Transportes, para apresentar as demandas. Na capital federal já recebeu o apoio na Secretaria de Assuntos Federativos, em fevereiro deste ano, quando estiveram em audiência em pauta coletiva.

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